O Brasil está dominado pelo crime.

Os políticos (bandidos) matam, nos hospitais, mais brasileiros que as balas perdidas das favelas cariocas e o dito crime organizado em todo o País, de ponta a ponta. Do Oiapoque ao Chuí.

Roubam, diretamente, mais que qualquer quadrilha da pesada. O Globo noticiou que: “O rombo acumulado dos quatro principais fundos de pensão de estatais - Correios (Postalis), Petrobras (Petros), Caixa Econômica Federal (Funcef) e Banco do Brasil (Previ) - deve ter ultrapassado R$ 46 bilhões em 2015”. Ladrões competentes. Isso não se pode negar.

Dados da Câmara dos Deputados e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras chegaram ao valor de R$ 52 bilhões, mas cálculos recentes falam em mais dinheiro ainda, R$ 88,6 bilhões o tamanho dos desvios praticados na Petrobras, segundo a Folha de S. Paulo.

Como povo, fazer o quê? Não temos forças, por poltrões que somos. Ir às ruas para quê?

A cleptocracia instalou-se de vez, solidificada e forte. Seus dirigentes ocupam todos os poderes da federação, executivo, legislativo e judiciário. Os Estados funcionam como células criminais do poder central. Como já foi dito, está tudo dominado.

A fonte que mantém essa corja é o nosso trabalho, pasmem, somos escravos modernos extorquidos através dos mais altos impostos do mundo sem nenhuma contrapartida na saúde, educação e segurança.

A infraestrutura paralisada desde a saída do poder armado, despacio levam-nos ao caos econômico. A malha rodoviária esburacada precisa ser refeita. As ferrovias sucatearam. Os portos sobreviveram graças à privatização. O blackout do fornecimento de energia não se deu apenas pelo indesejável retrocesso industrial. O País enfrenta a maior recessão de sua história.

E a crise continua... Os bandidos que se apoderaram do Estado voltarão mais fortes. Leis em seu próprio benefício serão aprovadas por eles mesmos, pasmem. Isentando-os de todos crimes cometidos. Estamos a viver a democracia à Maduro, Evo Morales e dos Castros, que repete ano a ano os mesmos sempre, eternamente.

Nossa esperança era a única instituição considerada suficientemente forte para enfrentar a corja alojada nos três poderes, o Exército.

A esquerda, viva e forte se organiza, sob a liderança de Lula. Que, embora condenado, está plena campanha eleitoral para reassumir o poder. Sem erros do passado, diz. Tanto que não esconde agora seu lado caudilho, sob suas ordens o MST e outros Ms. 

Declara calar a imprensa, aparelhar de vez o Estado ao assumir, como Maduro e outros esquerdopatas latino-americanos, o controle total das forças armadas, do congresso e judiciário. 

O Exército heróico de Caxias ameaça rugir.

Mas só miau, miau, miau...

 

 

(*) Jornalista