A retomada das obras do Projeto Hidroagrícola do Jequitaí é apontada como o caminho mais viável para o empreendimento e, assim, evitar um gasto superior aos R$ 176 milhões que já foram investidos para a reparação dos impactos socioeconômicos já causados. Para os defensores da Barragem de Jequitaí, não há outro caminho que não seja o da continuidade do projeto, que está com 25% da obra física pronta. O futuro do empreendimento foi debatido, no último sábado (7/ 6), durante ato público realizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Jequitaí, Pacuí e Trecho do São Francisco, no Amsterdam Apart Hotel, em Montes Claros.

Ao final do evento, foi assinado o “Manifesto em Defesa da Implantação do Empreendimento do Projeto Hidroagrícola do Jequitaí – Baragem I”. O empreendimento é considerado fundamental para garantir o abastecimento de aproximadamente 650 mil pessoas, distribuídas em 19 municípios da região. O evento contou com a participação de várias autoridades, entre elas o senador Rodrigo Pacheco, o deputado federal Mauro Lopes, os deputados estaduais Gil Pereira (PP), Tadeuzinho Leite (MDB) e Zé Reis, do secretário-adjunto de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Amarildo Kalil, e da ex-deputada federal Raquel Muniz, representando a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Os trabalhos foram coordenados pelo presidente do CBH Jequitaí, Pacuí e Trecho do São Francisco, William César Ireno, e contou ainda com a presença do diretor regional da Copasa, Roberto Luiz Botelho; presidente da ACI, Newton Amaral Figueiredo; secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Montes Claros, Edilson Torquato, além de vários representantes da Codevasf, instituição responsável pela obra, vereador Sóter Magno (PP) e prefeitos e vereadores dos municípios localizados no raio de abrangência da Barragem de Jequitaí.